A resposta a estas perguntas AQUI
Laboratório Experimental
“EXPANSÃO DA CRIATIVIDADE ATRAVÉS DE UMA VIVÊNCIA COM OS CONTOS E HISTÓRIAS TRADICIONAIS”
E foi assim que passei parte do passado 7 de Junho...
Através dos Contos, Mitos,
Lendas e Histórias Tradicionais proporcionar aos participantes uma experiência interna, uma“viagem” de encantamento, que vai activar a criatividade, a imaginação e
propiciar uma melhoria nas relações.
Apresentando diferentes
maneiras de estudo e formas de se contar uma História, com a intenção de
despertar o interesse nos/pelos conhecimentos profundos preservados nos Contos e
Histórias Tradicionais, activando a possibilidades de insigts.
Visitem o projecto Conto que se Conta vão gostar, é um belo projecto!
ATENÇÃO
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Um Circuito de Contos
Muitos contos nos esperam na Salta Folhinhas LivrariaInfantil!!
A partir deste domingo, 12 de Maio, começa a maratona de contos... um circuito com
alunos e ex-alunos da Escola de Narração Oral Itinerante...
Vamos ouvir histórias e fazer dos meses de Maio e Junho meses de celebração
dos contos!!!
Partilhem a informação com os amigos e compareçam!!!
Para quem
quiser criamos um "Passaporte Porto de Contos", para poder assistir a
5 sessões a escolha até 30 de Junho.... é só escolher!! Vais perder??
De Porto em Porto navegam histórias!! Ou Saltam-se Folhinhas
:)
O Circuito de Contos é um circuito cuja renda será revertida para o Festival Um Porto de Contos!
Os narradores participantes do circuito infantil:
Aida Suárez Gutierrez
Alunos das Turma 1 do curso Entre Contos & Encantos
Alunos da turma 2 do curso Entre Contos & Encantos
No dia 1 de Junho- Palestra Crescendo na Companhia das histórias das 14h30 as 16h00 com Clara Haddad inscrições através do e-mail info@saltafolhinhas.pt valor simbólico 8€
alunos da escola de narração- 7€
Bilheteria dos Contos
3€ um bilhete
5€ dois bilhetes
10€ Passaporte Um Porto de Contos (para assistir cinco sessões até dia 30 de Junho)
"Primeiro cresci no coração"
No passo sábado, 30 de Março, tive o privilégio de ter nas mãos um livro-conto lindo, "Primeiro cresci no coração". Foi o conto+ilustração vencedor no concurso "um conto arco-íris" promovido pela associação ILGA e a divulgação dos vencedores foi durante a 2 ª Feira do livro LGBT no Porto
O livro será editado em breve, fiquem atentos na página Porto Arco Iris.

Grata ao Telmo Fernandes | Ilga pelo convite.
Em breve mais fotos e vídeo.
ATENÇÃO
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Densidade....
Porto, 04 de Abril de 2013
Os contos são viagens
interiores e como viagens interiores o caminho não é fácil… O caminho que
percorremos como Capuchinhas não tem mapas, nem marcas, nem guias turísticos. A
nossa própria intuição, a nossa energia feminina mais intuitiva é a que nos
guia, é única bússola….
É uma viagem que não segue caminhos rectos, muitas
vezes passamos por lugares que nos parecem sempre os mesmos, e sentimo-nos
desorientadas ou perdidas. É pouco habitual contar com ajuda exterior e é muito
frequente sermos boicotadas ou sentirmos interferências no nosso caminho.
A viagem da Capuchinha é um percurso psíquico e
espiritual que nos leva finalmente a uma totalidade onde se integram todas as
partes da nossa natureza. Muitas vezes esta viagem é consciente mas muitas
outras não.
![]() |
| O que a Por trás da Capa Vermelha? |
dia 6 da fase menstrual (este ciclo a fase menstrual esta a ser longa)
ATENÇÃO
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As mulheres que me habitam
Porto, 31 de Março de 2013
Hoje sinto o meu corpo ainda mais fértil e abundante... Cuido dele, permito-me descer... sangrar e conectar com a minha alma selvagem. E sinto o meu sangue sagrado bailar... a sua dança particular, instintiva e selvagem, inspirada pelos ritmos interiores que me habitam. E hoje a mulher que se destaca em mim (porque em mim habitam no mínimo 4 mulheres) é uma mulher tipo Lilith. Uma mulher livre... selvagem que diz o que pensa mesmo que não seja o que esperam dela mas pouco lhe importa o que os outros pensem... tal como Lilith cultivo o amor...o maior amor de todos, o amor próprio, em todas as situações por isso "cuando quiero algo me lo pido a mi misma" e quando não quero digo e quando não me ouvem ou fingem não ouvir
GRITO!
dia 2 da fase menstrual
Hoje sinto o meu corpo ainda mais fértil e abundante... Cuido dele, permito-me descer... sangrar e conectar com a minha alma selvagem. E sinto o meu sangue sagrado bailar... a sua dança particular, instintiva e selvagem, inspirada pelos ritmos interiores que me habitam. E hoje a mulher que se destaca em mim (porque em mim habitam no mínimo 4 mulheres) é uma mulher tipo Lilith. Uma mulher livre... selvagem que diz o que pensa mesmo que não seja o que esperam dela mas pouco lhe importa o que os outros pensem... tal como Lilith cultivo o amor...o maior amor de todos, o amor próprio, em todas as situações por isso "cuando quiero algo me lo pido a mi misma" e quando não quero digo e quando não me ouvem ou fingem não ouvir
GRITO!
ATENÇÃO
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De que cor é o amor?
Amor de todas as cores
Sessão de contos para todos
com Capuchinho Vermelho
O amor não é preto nem branco… o amor esta cheio de cores e nuances…. Cada ser humano tem o direito a amar e ser amado seja qual for a forma ou a cor do seu amor… Cada ser humano tem direito a ser respeitado independentemente de ser homem ou mulher e tem direito a escolher livremente as cores dos lápis com os que querer desenhar a sua vida. Amor de todas as cores é uma sessão de contos tecida com histórias que tem a diversidade afecto-sexual, diversidade familiar e a igualdade de géneros como temática central porque o amor é da cor do Arco-íris.
Amor de todas as cores
Sessão de
contos para todos
com Capuchinho Vermelho
Se o Pequeno Polegar tivesse
sido criado por duas mamãs ou a Bela Adormecida não tivesse casado com o
príncipe porque se apaixonou por uma princesa, a nossa concepção do amor seria
outra?
E se o Capuchinho Vermelho não
fosse uma menina ingénua que cai na lábia de qualquer Lobo ou se a Cinderela
não procurasse um príncipe para lhe
resolver os problemas e preencher o espaço que há nela. Os conceitos de género
seriam os mesmos?
O amor não é preto nem branco…
o amor esta cheio de cores e nuances…. Cada ser humano tem o direito a amar e
ser amado seja qual for a forma ou a cor do seu amor… Cada ser humano tem
direito a ser respeitado independentemente de ser homem ou mulher e tem direito
a escolher livremente as cores dos lápis com os que querer desenhar a sua vida. Amor de todas as cores é uma
sessão de contos tecida com histórias que tem a diversidade afecto-sexual,
diversidade familiar e a igualdade de géneros como temática central.
Com humor vamos explorar estas
temáticas através dos contos e pensar que talvez as coisas não sejam apenas
pretas ou brancas. Se os contos podem ter outras historias a vida também!
Características da
sessão
Sabe que contar histórias tem uma
finalidade?
“O
processo de as contar é, em si mesmo, um processo curativo, em parte por haver
alguém que está ali a gastar o seu bocado para lhe contar uma coisa
significativa. E está a gastar o seu bocado porque lhe pode “estender uma
mãozinha”, ajudar na sua vida, talvez, mas sem se querer aproximar para lhe dar
conselhos.
Ou
por outra, quer realmente dar-lhos, sim, mas de uma maneira que se torne
inseparável de todo o seu ser – de si, que o escuta.
É
isso que fazem as histórias.
Desde
que as perceba e as assimile, as histórias são diferentes dos conselhos porque
se transformam numa das substâncias da sua alma. É por isso que as histórias o
curam.”
Alice Walker, numa entrevista acerca do seu trabalho em
Common Bounfary, 1990.
Amor de todas as cores é uma sessão de contos que pretende fazer
pensar, reflectir, debater (interna/externamente) sobre a diversidade
afecto-sexual e entender esta diversidade não apenas como as práticas sexuais, mas
como todos os elementos que compõem a sexualidade humana, de forma ampla,
ou seja, as nossas vivências – sexuais ou não; as nossas práticas habituais que
aprendemos e incorporamos ao longo da vida, os nossos desejos e afectos, os
nossos comportamentos e maneiras como nos vemos a nós mesmos e nos
mostramos para os outros.
Os contos narrados nesta sessão exploram (Directa/Indirectamente) as
seguintes temáticas:
Direitos das Crianças/Família
Direitos Humanos
(Des)Igualdades de Género
Homossexualidade
Sexualidades
Estes
são os temas propostos, contudo poderão ser trabalhados outros, de acordo com
as necessidades e interesses do grupo.
A sessão pode adaptar-se a vários contextos e assumir várias formas:
1-Sessão de contos em contexto escolar/educativo (pode
ser em parceria com associações LGBT, Feministas, Igualdade de Géneros e
sexualidade ou outras).
§ Aumentar a sensibilidade dos/as jovens para o respeito
pela diferença e pela Igualdade e empoderá-los/as, construindo-se como sujeitos
e agentes da sua própria mudança;
§ Contribuir para a tomada de consciência quanto aos
temas desenvolvidos;
§ Capacitar os/as jovens na recusa afectiva da violência
como forma de relacionamento entre seres humanos sensibilizando para novos
comportamentos e prevenindo a violência de género e contra LGBT’s.
§ Desenvolver com os/as jovens valores, atitudes e
princípios saudáveis, no sentido de os capacitar a construir relações
afectivas, de amizade e de trabalho assentes no respeito por si mesmos/as e
pelos/as outros/as;
§ Ajudar à integração de crianças filhas de pessoas
LGBT, disseminando simultaneamente os valores da igualdade e não-discriminação;
§ Contribuir para o reconhecimento social de famílias
LGBT.
2- Sessão de contos para jovens e adultos em contexto
“lúdico/recreativo”.
«E
se as histórias para crianças fossem de leitura obrigatória para os adultos?
Seriamos realmente capazes de aprender o que, desde há muito tempo andamos a
ensinar?» José
Saramago.
Outras Informações
Aida Suárez
Aida Suárez
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