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De que cor é o amor?


Amor de todas as cores
Sessão de contos para todos
com Capuchinho Vermelho

O amor não é preto nem branco… o amor esta cheio de cores e nuances…. Cada ser humano tem o direito a amar e ser amado seja qual for a forma ou a cor do seu amor… Cada ser humano tem direito a ser respeitado independentemente de ser homem ou mulher e tem direito a escolher livremente as cores dos lápis com os que querer desenhar a sua vida. Amor de todas as cores é uma sessão de contos tecida com histórias que tem a diversidade afecto-sexual, diversidade familiar e a igualdade de géneros como temática central porque o amor é da cor do Arco-íris. 





Amor de todas as cores
Sessão de contos para todos
com Capuchinho Vermelho


Se o Pequeno Polegar tivesse sido criado por duas mamãs ou a Bela Adormecida não tivesse casado com o príncipe porque se apaixonou por uma princesa, a nossa concepção do amor seria outra?

E se o Capuchinho Vermelho não fosse uma menina ingénua que cai na lábia de qualquer Lobo ou se a Cinderela não procurasse um príncipe para lhe resolver os problemas e preencher o espaço que há nela. Os conceitos de género seriam os mesmos?

O amor não é preto nem branco… o amor esta cheio de cores e nuances…. Cada ser humano tem o direito a amar e ser amado seja qual for a forma ou a cor do seu amor… Cada ser humano tem direito a ser respeitado independentemente de ser homem ou mulher e tem direito a escolher livremente as cores dos lápis com os que querer desenhar a sua vida. Amor de todas as cores é uma sessão de contos tecida com histórias que tem a diversidade afecto-sexual, diversidade familiar e a igualdade de géneros como temática central.  

Com humor vamos explorar estas temáticas através dos contos e pensar que talvez as coisas não sejam apenas pretas ou brancas. Se os contos podem ter outras historias a vida também! 

Características da sessão

Sabe que contar histórias tem uma finalidade?
“O processo de as contar é, em si mesmo, um processo curativo, em parte por haver alguém que está ali a gastar o seu bocado para lhe contar uma coisa significativa. E está a gastar o seu bocado porque lhe pode “estender uma mãozinha”, ajudar na sua vida, talvez, mas sem se querer aproximar para lhe dar conselhos.
Ou por outra, quer realmente dar-lhos, sim, mas de uma maneira que se torne inseparável de todo o seu ser – de si, que o escuta.
É isso que fazem as histórias.
Desde que as perceba e as assimile, as histórias são diferentes dos conselhos porque se transformam numa das substâncias da sua alma. É por isso que as histórias o curam.”

Alice Walker,  numa entrevista acerca do seu trabalho em Common Bounfary, 1990.

Amor de todas as cores é uma sessão de contos que pretende fazer pensar, reflectir, debater (interna/externamente) sobre a diversidade afecto-sexual e entender esta diversidade não apenas como as práticas sexuais, mas como todos os elementos que compõem a sexualidade humana, de forma ampla, ou seja, as nossas vivências – sexuais ou não; as nossas práticas habituais que aprendemos e incorporamos ao longo da vida, os nossos desejos e afectos, os nossos comportamentos e maneiras como nos vemos a nós mesmos e nos mostramos para os outros.

Os contos narrados nesta sessão exploram (Directa/Indirectamente) as seguintes temáticas:


               Direitos das Crianças/Família
               Direitos Humanos
              (Des)Igualdades de Género
              Homossexualidade
              Sexualidades

Estes são os temas propostos, contudo poderão ser trabalhados outros, de acordo com as necessidades e interesses do grupo.

A sessão pode adaptar-se a vários contextos e assumir várias formas:

1-Sessão de contos em contexto escolar/educativo (pode ser em parceria com associações LGBT, Feministas, Igualdade de Géneros e sexualidade ou outras).

§         Aumentar a sensibilidade dos/as jovens para o respeito pela diferença e pela Igualdade e empoderá-los/as, construindo-se como sujeitos e agentes da sua própria mudança;
§         Contribuir para a tomada de consciência quanto aos temas desenvolvidos;
§         Capacitar os/as jovens na recusa afectiva da violência como forma de relacionamento entre seres humanos sensibilizando para novos comportamentos e prevenindo a violência de género e contra LGBT’s.
§         Desenvolver com os/as jovens valores, atitudes e princípios saudáveis, no sentido de os capacitar a construir relações afectivas, de amizade e de trabalho assentes no respeito por si mesmos/as e pelos/as outros/as;
§         Ajudar à integração de crianças filhas de pessoas LGBT, disseminando simultaneamente os valores da igualdade e não-discriminação;  
§         Contribuir para o reconhecimento social de famílias LGBT.

2- Sessão de contos para jovens e adultos em contexto “lúdico/recreativo”.

«E se as histórias para crianças fossem de leitura obrigatória para os adultos? Seriamos realmente capazes de aprender o que, desde há muito tempo andamos a ensinar?» José Saramago. 


Outras Informações
Aida Suárez



Atelier


Atelier de “JardinagemHumana”

O que é a “JardinagemHumana”?

Passei parte da minha vida no bosque… vivendo com a minha mãe, fugindo do lobo, visitando a minha avó ou conhecendo outros lobos dos quais não precisei fugir… Ao estar em contacto com a natureza e com os animais selvagens do bosque estive em contacto directo com os meus instintos mais profundos e antigos… e assim conheci a linguagem das plantas, as suas propriedades sanadoras e nutritivas… mas também aprendi outro tipo de linguagem das plantas, a “linguagem humana das plantas” e desta aprendizagem nasceu o Atelier de “JardinagemHumana” um trabalho metafórico, imaginativo que nos leva a conectar com a intuição. Um jogo de espelhos onde transformamos o homo-stercus em homo-alquimicus.

 “JardinagemHumana” é o resultado do encontro entre dois processos: o criativo e o psicológico. Quando nos iniciamos na “JardinagemHumana”  começamos uma aventura que tem como principio e final nós mesmos, os outros e o que nos rodeia e fazemo-lo através de diferentes actividades criativas.



Onde?
On-line

Duração?
“JardinagemHumana” são 7 semanas de jardinagem interior

Metodologia
Atelier à distancia-Online
- Cada semana, exercícios enviados directamente ao teu email.

A intensidade do processo de “JardinagemHumana depende de ti, assim como a maior ou menor abertura para partilhar. Neste processo de Jardinagem tu és a árvore.
A mensagem simbólica da árvore convida-nos a crescer, florescer, a desprender toda a nossa energia de vida e de amor para viver com aqueles e aquelas que nos rodeiam.


Preço total do atelier
45€ (possibilidade de pagar em 2 parcelas de 22.50€)

Data de inscrição
Quando sentires vontade de “jardinar o teu jardim da vida” e aprender a cultivar, podar, enxertar e modelar a tua árvore interior, para poderes melhor expandir a tua ‘quinta-essência’ e activar a tua seiva da melhor maneira possível para  revitalizar a tua energia de vida.

Inscrições: jardineriahumana@gmail.com

Chás com a Capuchinho Vermelho

Encontros entre amigas saboreando um chá e tecendo conversas que alimentam a sororidade

Chá con-versa, As plantas e as Mulheres
☆☽Misturemos as ervas que curam a alma e que sanam o corpo☾☆

Durante milhões de anos as Mulheres Sabias tem usado ervas – recolhido, comido, cuidado, amado as ervas - e ensinado as suas filhas a sabedoria das ervas.

Na Europa, há 500 anos, os homens torturaram e queimaram as mulheres Sabias que curavam com ervas… elas eram mulheres que celebravam os costumes cíclicas. Foram chamadas de bruxas, queimaram milhões e romperam o fluir de transmissão de mãe a filha. E os filhos do continente americano mataram as mulheres medicina e as curandeiras, as Mulheres Sabias do Novo Mundo. Depois negaram a existência das Mulheres Sabias na historia.

E as que ficamos achamos que tínhamos perdido a conexão umas com as outras e com a terra, sentíamo-nos órfãs sem a sabedoria das nossas mães e parecia que tínhamos esquecido o nosso poder. Mas as Mulheres Sabias vivem nos nossos sonhos, nas nossas visões, nas nossas mais profundas memorias. Podemos ouvir os seus sussurros.

Fui ao bosque sentei-me e fechei os olhos até que os sussurros se tornaram vozes firmes e sabias. Que me falavam dos ciclos e das estações, dos giros dos planetas e da pulsão da vida. Ensinaram-me a recolher as ervas no tempo certo e a usa-las para nutrir e curar mas o mais especial foi (re)descobrir que as mulheres somos como as ervas, somos inteiras e únicas… E quando compreendemos isso nos sentimos conectadas com a terra, enraizadas. Aceitamo-nos a nós mesmas e a nossa natureza ‘cambiante’, aceitamos os nossos estados de humor e o nosso sangue sagrado.

Convido-vos a partilhar um chá comigo e a ouvir juntas a canção da vida e a partilhar os segredos das ervas. Tudo o que precisamos para a nossa saúde e bem-estar cresce debaixo dos nossos pés. Preparar alimentos, confeccionar medicinas. Conhecer as ervas enche-nos de criatividade.

Acompanhadas pelas fadas e abençoadas pelas devas.

Alguns temas para conversar
Como usar as plantas.
Ervas e as Mulheres –Algumas plantas para a saúde e bem-estar da mulher.

Para saberes por onde anda a minha capa vermelha, clica AQUI para ver a agenda.

Atelier


 "Por trás da Capa Vermelha"




☆☽Se uma história é uma semente, então nós somos o seu solo☾☆

O propósito deste atelier é compreender como os Contos de Fadas, neste caso concreto, O Capuchinho Vermelho, provê mensagens fundamentais de sabedoria para descobrir, fortalecer e enaltecer as instâncias psíquicas do feminino e masculino, permitindo sentir e aperceber-nos do potencial vital inerente ao facto de sermos mulheres.

Como ponto de partida uma “leitura vital” do Conto de Fadas, O Capuchinho Vermelho construindo um espaço de interacção grupal, seguindo os planeamentos da ‘Psicocriatividade’.

Um convite para explorar o Ser Mulher através dos Contos de Fadas usando varias técnicas de expressão corporal, plástica, escrita procurando que as participantes vivam uma experiencia de aprendizagem e o reconhecimento dos aspectos da interioridade feminina que travam o nosso crescimento e ao mesmo tempo descobrir, (re)valorizar ou começar a considerar, outras dimensões da maturidade existencial, recuperando assim a sabedoria valente e intuitiva da mulher que assume com autonomia e convicção o curso da sua vida.

Este atelier é um espaço de confiança e respeito entre mulheres para re-conectar com o útero, centro do poder feminino, físico e simbólico. Para conectar com a nossa ciclicidade e triplicidade como fonte de sabedoria e força interior como mulher. E com os contos que nos habitam, fonte de sabedoria e intuição. 


Alguns dos assuntos abordados:

Através de uma roda de palavras, o conhecimento antropológico, a consciência do poder dos símbolos e dos rituais e a expressão da escrita e pintura criativa neste atelier podemos.
  • O Conto da Capuchinho Vermelho (Origens, estrutura, simbologia, efeito...).
  • Explorar os momentos da viagem da mulher cíclica e heróica. Recuperar o papel ancestral da mulher como conhecedora e cuidadora dos mistérios da vida e da morte, a que acompanha, sustem, preserva, conhece e cuida.
  • Desprender-nos de sentimentos de inadequação, medo, culpa e desejo de recuperar o nosso lugar no mundo.
  • Re-conectar com o feminino profundo, regressar a celebração dos rituais de passagem e dos ciclos vitais da mulher: 1ª menstruação, maternidade, menopausa e morte.

Para saberes por onde anda a minha capa vermelha, clica aqui para ver a agenda.