1 Surpresa dentro do Cesto...


Durante este fim de semana andei a passear com o meu cesto e dentro dele para além dos contos levei uma surpresa para partilhar com que assistiu as sessões de contos organizadas pelo Ribeirar e pela Casa Céu e Terra... depois de tantas emoções quero começar a semana a partilhar convosco o enigma do puzzle baralhado. 


ConseguisTe descobrir a surpresa que este puzzle escondia?
Curiosa? Curioso?


Queres saber mais detalhes? Clica AQUI

Surpresas dentro do cesto


A Capuchinho Vermelho está a preparar uma grande surpresa, o que será?! A primeira parte desta grande surpresa será revelada durante as sessões de contos do dia 5 no @Espaço Ribeiras e no dia 6 Outubro naCasa Céu e Terra (房子天與地) Céu e Terra. Se ficas-te curiosx aparece! Tens toda a informação AQUI

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Sessões de Contos | Por Trás da Capa Vermelha 
Gianni Rodari disse um dia: “Basta cinco palavras – menina, bosque, flores, lobo, avó – para que qualquer pessoa da nossa sociedade evoque e responda: Capuchinho Vermelho.” E é com estas 5 palavras que esta sessão começa. Toda aventura heróica começa com uma heroína em viagem. Às vezes ela não está psicologicamente alerta. Às vezes ela é excessivamente meiga e não percebe o perigo. Por vezes ela já foi maltratada e faz os gestos desesperados de um animal em cativeiro. Não importa como comece, a heroína acaba caindo nas garras de qualquer coisa ou de qualquer um e sofre severas provas. Então, recorrendo à sua inteligência e por ter quem se importe com ela, ela é libertada e cresce em consequência disso. Mas não se enganem só há uma forma de alcançar essa liberdade!!





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Sessão de contos para adultos





Por Trás da Capa
Sessão de contos para adultos
com a Capuchinho Vermelho


Gianni Rodari disse um dia: “Basta cinco palavras – menina, bosque, flores, lobo, avó – para que qualquer pessoa da nossa sociedade evoque e responda: Capuchinho Vermelho.” E é com estas 5 palavras que esta sessão começa. Toda aventura heróica começa com uma heroína em viagem. Às vezes ela não está psicologicamente alerta. Às vezes ela é excessivamente meiga e não percebe o perigo. Por vezes ela já foi maltratada e faz os gestos desesperados de um animal em cativeiro. Não importa como comece, a heroína acaba caindo nas garras de qualquer coisa ou de qualquer um e sofre severas provas. Então, recorrendo à sua inteligência e por ter quem se importe com ela, ela é libertada e cresce em consequência disso. Mas não se enganem só há uma forma de alcançar essa liberdade!!!

Na Dar à Sola foi assim...





MAIS FOTOS AQUI

Sessão de contos para adultos no Marabô


Capuchinho Vermelho
Por Trás da CapaVermelha
Sessão de contos para adultos


Gianni Rodari disse um dia: “Basta cinco palavras – menina, bosque, flores, lobo, avó – para que qualquer pessoa da nossa sociedade evoque e responda: Capuchinho Vermelho.” E é com estas 5 palavras que esta sessão começa. Toda aventura heróica começa com uma heroína em viagem. Às vezes ela não está psicologicamente alerta. Às vezes ela é excessivamente meiga e não percebe o perigo. Por vezes ela já foi maltratada e faz os gestos desesperados de um animal em cativeiro. Não importa como comece, a heroína acaba caindo nas garras de qualquer coisa ou de qualquer um e sofre severas provas. Então, recorrendo à sua inteligência e por ter quem se importe com ela, ela é libertada e cresce em consequência disso. Mas não se enganem só há uma forma de alcançar essa liberdade!!!

Bilheteira 3.5€ 
Mais informação AQUI ou AQUI

Laboratório Experimental

“EXPANSÃO DA CRIATIVIDADE ATRAVÉS DE UMA VIVÊNCIA COM OS CONTOS E HISTÓRIAS TRADICIONAIS”
E foi assim que passei parte do passado 7 de Junho...


Através dos Contos, Mitos, Lendas e Histórias Tradicionais proporcionar aos participantes uma experiência interna, uma“viagem” de encantamento, que vai activar a criatividade, a imaginação e propiciar uma melhoria nas relações.

Apresentando diferentes maneiras de estudo e formas de se contar uma História, com a intenção de despertar o interesse nos/pelos conhecimentos profundos preservados nos Contos e Histórias Tradicionais, activando a possibilidades de insigts.





Fotos - Ivo Moreira e João Ventura

Visitem o projecto Conto que se Conta vão gostar, é um belo projecto!


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Um Circuito de Contos


Muitos contos nos esperam na Salta Folhinhas LivrariaInfantil!! 

A partir deste domingo, 12 de Maio, começa a maratona de contos... um circuito com alunos e ex-alunos da Escola de Narração Oral Itinerante...
Vamos ouvir histórias e fazer dos meses de Maio e Junho meses de celebração dos contos!!! 
Partilhem a informação com os amigos e compareçam!!! 

Para quem quiser criamos um "Passaporte Porto de Contos", para poder assistir a 5 sessões a escolha até 30 de Junho.... é só escolher!! Vais perder??

De Porto em Porto navegam histórias!! Ou Saltam-se Folhinhas :) 


O Circuito de Contos é um circuito cuja renda será revertida para o Festival Um Porto de Contos!
Os narradores participantes do circuito infantil:

Aida Suárez Gutierrez
Alunos das Turma 1 do curso Entre Contos & Encantos
Alunos da turma 2 do curso Entre Contos & Encantos

No dia 1 de Junho- Palestra Crescendo na Companhia das histórias das 14h30 as 16h00 com Clara Haddad inscrições através do e-mail info@saltafolhinhas.pt valor simbólico 8€

alunos da escola de narração- 7€

Bilheteria dos Contos
3€ um bilhete
5€ dois bilhetes
10€ Passaporte Um Porto de Contos (para assistir cinco sessões até dia 30 de Junho)


"Primeiro cresci no coração"


No passo sábado, 30 de Março, tive o privilégio de ter nas mãos um livro-conto lindo, "Primeiro cresci no coração". Foi o conto+ilustração vencedor no concurso  "um conto arco-íris" promovido pela associação ILGA e a divulgação dos vencedores foi durante a 2 ª Feira do livro LGBT no Porto
O livro será editado em breve, fiquem atentos na página Porto Arco Iris. 




 



Grata ao Telmo Fernandes | Ilga pelo convite.
Em breve mais fotos e vídeo.



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Densidade....


Porto, 04 de Abril de 2013

Os contos são viagens interiores e como viagens interiores o caminho não é fácil… O caminho que percorremos como Capuchinhas não tem mapas, nem marcas, nem guias turísticos. A nossa própria intuição, a nossa energia feminina mais intuitiva é a que nos guia, é única bússola….

                É uma viagem que não segue caminhos rectos, muitas vezes passamos por lugares que nos parecem sempre os mesmos, e sentimo-nos desorientadas ou perdidas. É pouco habitual contar com ajuda exterior e é muito frequente sermos boicotadas ou sentirmos interferências no nosso caminho.

                A viagem da Capuchinha é um percurso psíquico e espiritual que nos leva finalmente a uma totalidade onde se integram todas as partes da nossa natureza. Muitas vezes esta viagem é consciente mas muitas outras não.

O que a Por trás da Capa Vermelha?

dia  6 da fase menstrual (este ciclo a fase menstrual esta a ser longa)






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As mulheres que me habitam

Porto, 31 de Março  de 2013

Hoje sinto o meu corpo ainda mais fértil e abundante... Cuido dele, permito-me descer... sangrar e conectar com a minha alma selvagem. E sinto o meu sangue sagrado bailar... a sua dança  particular, instintiva e selvagem, inspirada pelos ritmos interiores que me habitam. E hoje a mulher que se destaca em mim (porque em mim habitam no mínimo 4 mulheres) é uma mulher tipo Lilith. Uma mulher livre... selvagem que diz o que pensa mesmo que não seja o que esperam dela mas pouco lhe importa o que os outros pensem... tal como Lilith cultivo o amor...o maior amor de todos, o amor próprio, em todas as situações por isso "cuando quiero algo me lo pido a mi misma" e quando não quero digo e quando não me ouvem ou fingem não ouvir
GRITO!

                                                                                                                               dia 2 da fase menstrual




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De que cor é o amor?


Amor de todas as cores
Sessão de contos para todos
com Capuchinho Vermelho

O amor não é preto nem branco… o amor esta cheio de cores e nuances…. Cada ser humano tem o direito a amar e ser amado seja qual for a forma ou a cor do seu amor… Cada ser humano tem direito a ser respeitado independentemente de ser homem ou mulher e tem direito a escolher livremente as cores dos lápis com os que querer desenhar a sua vida. Amor de todas as cores é uma sessão de contos tecida com histórias que tem a diversidade afecto-sexual, diversidade familiar e a igualdade de géneros como temática central porque o amor é da cor do Arco-íris. 





Amor de todas as cores
Sessão de contos para todos
com Capuchinho Vermelho


Se o Pequeno Polegar tivesse sido criado por duas mamãs ou a Bela Adormecida não tivesse casado com o príncipe porque se apaixonou por uma princesa, a nossa concepção do amor seria outra?

E se o Capuchinho Vermelho não fosse uma menina ingénua que cai na lábia de qualquer Lobo ou se a Cinderela não procurasse um príncipe para lhe resolver os problemas e preencher o espaço que há nela. Os conceitos de género seriam os mesmos?

O amor não é preto nem branco… o amor esta cheio de cores e nuances…. Cada ser humano tem o direito a amar e ser amado seja qual for a forma ou a cor do seu amor… Cada ser humano tem direito a ser respeitado independentemente de ser homem ou mulher e tem direito a escolher livremente as cores dos lápis com os que querer desenhar a sua vida. Amor de todas as cores é uma sessão de contos tecida com histórias que tem a diversidade afecto-sexual, diversidade familiar e a igualdade de géneros como temática central.  

Com humor vamos explorar estas temáticas através dos contos e pensar que talvez as coisas não sejam apenas pretas ou brancas. Se os contos podem ter outras historias a vida também! 

Características da sessão

Sabe que contar histórias tem uma finalidade?
“O processo de as contar é, em si mesmo, um processo curativo, em parte por haver alguém que está ali a gastar o seu bocado para lhe contar uma coisa significativa. E está a gastar o seu bocado porque lhe pode “estender uma mãozinha”, ajudar na sua vida, talvez, mas sem se querer aproximar para lhe dar conselhos.
Ou por outra, quer realmente dar-lhos, sim, mas de uma maneira que se torne inseparável de todo o seu ser – de si, que o escuta.
É isso que fazem as histórias.
Desde que as perceba e as assimile, as histórias são diferentes dos conselhos porque se transformam numa das substâncias da sua alma. É por isso que as histórias o curam.”

Alice Walker,  numa entrevista acerca do seu trabalho em Common Bounfary, 1990.

Amor de todas as cores é uma sessão de contos que pretende fazer pensar, reflectir, debater (interna/externamente) sobre a diversidade afecto-sexual e entender esta diversidade não apenas como as práticas sexuais, mas como todos os elementos que compõem a sexualidade humana, de forma ampla, ou seja, as nossas vivências – sexuais ou não; as nossas práticas habituais que aprendemos e incorporamos ao longo da vida, os nossos desejos e afectos, os nossos comportamentos e maneiras como nos vemos a nós mesmos e nos mostramos para os outros.

Os contos narrados nesta sessão exploram (Directa/Indirectamente) as seguintes temáticas:


               Direitos das Crianças/Família
               Direitos Humanos
              (Des)Igualdades de Género
              Homossexualidade
              Sexualidades

Estes são os temas propostos, contudo poderão ser trabalhados outros, de acordo com as necessidades e interesses do grupo.

A sessão pode adaptar-se a vários contextos e assumir várias formas:

1-Sessão de contos em contexto escolar/educativo (pode ser em parceria com associações LGBT, Feministas, Igualdade de Géneros e sexualidade ou outras).

§         Aumentar a sensibilidade dos/as jovens para o respeito pela diferença e pela Igualdade e empoderá-los/as, construindo-se como sujeitos e agentes da sua própria mudança;
§         Contribuir para a tomada de consciência quanto aos temas desenvolvidos;
§         Capacitar os/as jovens na recusa afectiva da violência como forma de relacionamento entre seres humanos sensibilizando para novos comportamentos e prevenindo a violência de género e contra LGBT’s.
§         Desenvolver com os/as jovens valores, atitudes e princípios saudáveis, no sentido de os capacitar a construir relações afectivas, de amizade e de trabalho assentes no respeito por si mesmos/as e pelos/as outros/as;
§         Ajudar à integração de crianças filhas de pessoas LGBT, disseminando simultaneamente os valores da igualdade e não-discriminação;  
§         Contribuir para o reconhecimento social de famílias LGBT.

2- Sessão de contos para jovens e adultos em contexto “lúdico/recreativo”.

«E se as histórias para crianças fossem de leitura obrigatória para os adultos? Seriamos realmente capazes de aprender o que, desde há muito tempo andamos a ensinar?» José Saramago. 


Outras Informações
Aida Suárez



Diário Vernelho

Porto, 6 de Fevereiro de 2013


De pequena fui…

Quando me ponho a recordar a historia da Capuchinho rapidamente começo a saborear a Canja de Galinha (a única sopa que eu comia feliz da vida!!!!) da minha mãe. Passei parte da minha infância com ela em casa, brincávamos, pintávamos, construíamos casas de plasticina mas sem dúvida o melhor de tudo era quando a minha mãe transformava a hora de comer a sopa, principalmente quando não era canja, num momento mágico. O jantar era sempre o mesmo só variava o prato principal porque de primeiro sempre, sempre havia sopa. E ainda bem, porque hoje adoro uma aromática e quente sopa (e já não gosto só de canja!!!).

Entre colher e colher a magia acontecia… o pano de cozinha ganhava vida e contava historias e entre as muitas historias que o pano de cozinha escondia havia uma que eu gostava especialmente a de uma menina que tinha uma capa vermelha e que curiosamente lhe aconteciam as mesmas coisas do que a mim, adorava a menina da capa vermelha do pano de cozinha da minha mãe, já não acha tanta a graça a do livro… por isso só o lemos uma ou duas vezes preferia folheá-lo e ver as ilustrações do lobo vestido de fraque e usando cartola e bengala. Sempre achei graça as cartolas e as bengalas.  

E quando acabava a sopa a minha mãe diziam-me:

“- Há tantas Capuchinhos como lobos e colorín colorado esta sopa se há acabado.” **

       



Fotos do meu primeiro livro da Capuchinho, 1982


dia 21: fase pré-menstrual


** Hay gente que tiene dos lenguas maternas, los llamados bilingües. Yo soy una de esas personas, por isso este blog é escrito alternadamente em Português y Español. Puede parece que más que bilingüe sou bipolar, talvez tenham alguma razão!! Quizás sea ‘bipolar’ pois tenho dois amores e não sei qual gosto mais! Camões o Don Miguel de Cervantes. Mas o certo é que esta ‘bipolaridadlingüística es culpa de los cuentos que me contava el paño de cocina de mi madre.Cuanto lo echo de menos!!!!



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Atelier


Atelier de “JardinagemHumana”

O que é a “JardinagemHumana”?

Passei parte da minha vida no bosque… vivendo com a minha mãe, fugindo do lobo, visitando a minha avó ou conhecendo outros lobos dos quais não precisei fugir… Ao estar em contacto com a natureza e com os animais selvagens do bosque estive em contacto directo com os meus instintos mais profundos e antigos… e assim conheci a linguagem das plantas, as suas propriedades sanadoras e nutritivas… mas também aprendi outro tipo de linguagem das plantas, a “linguagem humana das plantas” e desta aprendizagem nasceu o Atelier de “JardinagemHumana” um trabalho metafórico, imaginativo que nos leva a conectar com a intuição. Um jogo de espelhos onde transformamos o homo-stercus em homo-alquimicus.

 “JardinagemHumana” é o resultado do encontro entre dois processos: o criativo e o psicológico. Quando nos iniciamos na “JardinagemHumana”  começamos uma aventura que tem como principio e final nós mesmos, os outros e o que nos rodeia e fazemo-lo através de diferentes actividades criativas.



Onde?
On-line

Duração?
“JardinagemHumana” são 7 semanas de jardinagem interior

Metodologia
Atelier à distancia-Online
- Cada semana, exercícios enviados directamente ao teu email.

A intensidade do processo de “JardinagemHumana depende de ti, assim como a maior ou menor abertura para partilhar. Neste processo de Jardinagem tu és a árvore.
A mensagem simbólica da árvore convida-nos a crescer, florescer, a desprender toda a nossa energia de vida e de amor para viver com aqueles e aquelas que nos rodeiam.


Preço total do atelier
45€ (possibilidade de pagar em 2 parcelas de 22.50€)

Data de inscrição
Quando sentires vontade de “jardinar o teu jardim da vida” e aprender a cultivar, podar, enxertar e modelar a tua árvore interior, para poderes melhor expandir a tua ‘quinta-essência’ e activar a tua seiva da melhor maneira possível para  revitalizar a tua energia de vida.

Inscrições: jardineriahumana@gmail.com

CuentaCuentos: Soledad Felloza

Sempre gostei de contos e desde que me lembro contamMe contos... a paixão pelos contos foi crescendo e com ela, contadores fui conhecendo... 
Uma das contadores pelas quais me apaixonei, assim de imediato, quando vi um video dela foi Soledad Felloza... encontrei-a por acaso (a melhor forma de encontrar uma coisa é por acaso)  enquanto procurava algo, na net, que já nem me lembro... fiquei presa no "El Libredón" mais concretamente num vídeo no qual ela falava sobre um livro que eu adoro e que tinha comprado a pouco tempo "Tres han de ser?" depois disso pesquisei e conheci o seu trabalho via Internet e agora vou poder, por fim, ouvi-la e vê-la em 3D na próxima sexta-feira nas Galerias Paris no Porto... Estou tão feliz!!!! 

Para além de contadora de historias Soledad tece palavras e fotografias na "La Caja de los hilos"

E aqui fica o convite, aproveitem e apareçam sexta-feira no Circuito 'Um Porto de Contos' e desfrutem dos contos da Soledad Felloza. 


Diário Vermelho

Porto, 1  de Janeiro 2013


Recebo o 2013 entre tachos e panelas… e a saborear um Caldo Verde. Em Portugal, é costume consumir caldo verde depois da meia-noite, e em plena madrugada nas festas de passagem de ano e nas festividades dos santos populares. A madrugada já lá vai mas vamos sempre a tempo para saborear o famoso Caldo Verde, um prato rústico e típico dos camponeses do Norte de Portugal, do Minho, para ser mais exacta  Uma sopa de batatas, couve picadinha e chouriço, regada com azeite de oliva português.

Precisamos dos seguintes ingredientes

Preparamos assim
1. Coloque ao lume numa caçarola, a água e o sal. Logo que começar a ferver, coloque as batatas descascadas e cortadas em pedaços.
2. Estando cozidas esmagam-se voltando a colocá-las na água da cozedura, juntando as folhas de couve cortadas para caldo verde, depois de bem lavadas em duas ou três águas.
3. Junte o azeite e deixe levantar fervura por dois ou três minutos com a caçarola destapada, para a couve ficar bem verde.

4. Sirva em tigela juntando uma rodela de chouriço para dar gosto. Acompanhe com pão.
5. Como boa ibérica que sou equilibro a balança peninsular com um vinho tinto Galego. 


Depois é só lavar a loiça



                                                                                  14º dia: Fase Ovulátoria 

Diário Vermelho

Porto, 31  de Dezembro 2012

Deixo o 2012 entre ervas, especiarias e condimentos. Sabem a  diferença entre os três? 



As ervas são folhas de várias plantas, e leva-se em conta seu sabor, aroma e qualidades medicinais e por isso são utilizadas na culinária, na medicina e com propósitos espirituais. 

Especiarias são diversos produtos de origem vegetal como, sementes, brotos, frutas, flores, cascas e raízes de plantas. Além do uso na culinária, as especiarias eram utilizadas na preparação de óleos, cosméticos, incensos e medicamentos.




13º dia: Fase pré-Ovulatória mas os meus ovários avisam-me que a fase ovulatória esta ao virar da esquina

Diário Vermelho

Porto, 30  de Dezembro 2012


Imagen pineada
Ilustração de Jaime Zollars

Depois de ver o filme "De mi ventana a la tuya", que mexeu os ossos e a pele da minha capa vermelha, gostava de partilhar convosco um poema que escrevi há uns tempos. 


Creio em mim, Mulher Poderosa,
criadora de vida na terra.
E no grande útero da Deusas das Águas da Vida
que foi concebido pelo amor e respeito a Gaia.
Não nasci da costela de Adão,
e por isso padeci os olhares castradores do Pai,
foi crucificada, morta e sepultada,
desci ao mundo dos mortos,
ressuscitei com a Lua Nova,
não subi aos céus preferi ficar na Terra,
sentada com as minhas irmãs no circulo sagrado da vida,
tecendo a teia nutrícia das fadas.
Creio no amor,
no respeito,
na comunhão das Luas,
na remissão dos predadores de almas livres,
na ressurreição do útero,
na Vida.
Amem.

"Creio", escrito 15 de Setembro 2010

                                                                                                                    12º dia: Fase pré-Ovulatória